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Vitória arranca com empate na Liga Europa

O empate deixa a equipa de Guimarães empatada no segundo posto com os austríacos, ambos com um ponto, num grupo liderado pelos franceses do Marselha

O Vitória de Guimarães estreou-se com um empate na fase de grupos da Liga Europa a empatar em casa com os austríacos do Salzburgo 1-1, em jogo da primeira jornada do grupo I.

A equipa vimaranense ainda esteve em vantagem, quando Pedro Henrique abriu o marcador, aos 25 minutos, mas permitiu a igualdade em cima do intervalo, ao sofrer um tento de Berisha, aos 45.

O empate deixa a equipa de Guimarães empatada no segundo posto com os austríacos, ambos com um ponto, num grupo liderado pelos franceses do Marselha, que receberam e venceram os turcos do Konyaspor por 1-0.

A equipa portuguesa entrou em campo sem qualquer jogador português no onze inicial, nem tão pouco um jogador oriundo do velho continente.

Pedro Martins fez alinhar quatro brasileiros (Douglas, Jubal, Pedrão e Raphinha), dois colombianos (Celis e Rincón) um venezuelano (Victor Garcia), um marfinense (Konan), um ganês (Wakaso), um peruano (Hurtado) e um uruguaio (Texeira).

Trata-se da primeira vez que uma equipa portuguesa entra em campo sem qualquer jogador luso e, por outro lado, trata-se igualmente da primeira vez que um clube entra nas provas europeias sem qualquer jogador natural do continente europeu.

Confrontado com estes dados, o técnico Pedro Martins desvalorizou a situação em declarações na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques. «Não vejo as coisas dessa forma. São jogadores que vestem e honram a camisola do Vitória, se têm qualidade merecem estar cá. Não jogaram portugueses ou europeus, mas muitos deles fazem parte da formação do Vitória», referiu.

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A equipa portuguesa entrou em campo sem qualquer jogador português no onze inicial, nem tão pouco um jogador oriundo do velho continente.

Pedro Martins fez alinhar quatro brasileiros (Douglas, Jubal, Pedrão e Raphinha), dois colombianos (Celis e Rincón) um venezuelano (Victor Garcia), um marfinense (Konan), um ganês (Wakaso), um peruano (Hurtado) e um uruguaio (Texeira).

Trata-se da primeira vez que uma equipa portuguesa entra em campo sem qualquer jogador luso e, por outro lado, trata-se igualmente da primeira vez que um clube entra nas provas europeias sem qualquer jogador natural do continente europeu.

Confrontado com estes dados, o técnico Pedro Martins desvalorizou a situação em declarações na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques. «Não vejo as coisas dessa forma. São jogadores que vestem e honram a camisola do Vitória, se têm qualidade merecem estar cá. Não jogaram portugueses ou europeus, mas muitos deles fazem parte da formação do Vitória», referiu.

Pedro Martins: «Tive de ser pragmático, um ponto é melhor do que perder»

«A primeira parte acho que é muito equilibrada, com oportunidades de um lado e de outro. O jogo foi intenso, fizemos um golo de bola parada e sofremos no final da primeira parte, o que deu alento ao adversário e a nós criou-nos problemas. Na segunda parte o adversário foi superior, fomos trabalhando em busca deste resultado, em muitos momentos perdemos o controlo do jogo também em virtude do poderio físico do adversário, sendo que nós estamos com problemas físicos. Esta noite um ponto é bom em virtude do que o adversário nos proporcionou».

«Na segunda parte o adversário forçou-nos a errar, alguns jogadores não estão no seu melhor fisicamente. Em muitos momentos queríamos sair na primeira fase de construção e eles condicionaram sempre e bem. Na segunda parte as segundas bolas criaram-nos dificuldades. A partir dos 60 minutos comecei a pensar e fui pragmático, foi melhor um ponto do que perder. É um ponto. Está toda a gente na luta, vai ser um grupo muito equilibrado. Provavelmente daqui a um mês já as circunstâncias serão distintas. Perante isso é um ponto positivo».

«Continuo a acreditar no apuramento, porque vamos melhorar a todos os níveis. Daqui a quinze dias ou um mês estaremos melhor, quer fisicamente quer sob o ponto de vista do processo de jogo».

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