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Homem sofre ferimentos ligeiros em acidente de trabalho em Valença

O trabalhador de 52 anos que hoje ficou soterrado até à cintura numa obra em Valença, sofreu lesões ligeiras e recusou ser transportado ao hospital, disse à Lusa fonte da proteção civil.

Homem sofre ferimentos ligeiros em acidente de trabalho em Valença

 

Segundo a fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Viana do Castelo o homem, natural de Valença, foi resgatado cerca das 18:50.

O alerta às autoridades foi dado cerca das 17:31. O homem ficou "soterrado, ao nível dos membros inferiores, no decurso de uma obra na Quinta do Monte de Faro", em Valença.

De acordo com fonte dos bombeiros de Valença, o acidente de trabalho ocorreu "quando estava a ser aberto um buraco e ocorreu um deslizamento de terras".

Ao local compareceram os bombeiros voluntários de Valença, com nove operacionais e três viaturas, apoiados por uma ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV).

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France Football elabora onze ideal da temporada sem Lionel Messi

O internacional argentino foi colocado nos suplentes ideais.

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A France Football, famosa revista desportiva, publicou esta terça-feira a equipa ideal da temporada 2016/2017, no entanto, apresentaram uma grande surpresa ao terem excluído… Lionel Messi do onze titular.

A equipa escolhida pela France Football é composta essencialmente por jogadores do Real Madrid ( cinco atletas) e da Juventus (seis eleitos).

No onze titular figuram: Buffon; Dani Alves, Sérgio Ramos, Leonardo Bonucci, Marcelo; Modric, Fabinho, Dybala, Lemar; Cristiano Ronaldo e, por último, Neymar.

Os suplentes são compostos por: Messi, Ter Stegen, Chiellini, Mendy, Khedira, Mandzukic, Benzema e Mbappé.

Na altura de falar de Cristiano Ronaldo, a revista deixou rasgados elogios ao internacional português, afirmando que fez um trabalho "impressionante" ao longo de toda a época.

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Professores mantêm greve para dia 21 de junho

A greve na educação em época de exames decidiu-se hoje em reuniões que os sindicatos do setor realizaram com os responsáveis da tutela.

Professores mantêm greve para dia 21 de junho

A FENPROF decidiu manter a greve de professores agendada para o dia 21 de junho, altura em que decorre a época de exames nacionais.

 

A decisão foi tomada após uma reunião com o ministro da Educação Tiago Brandão Rodrigues, esta manhã.

Em conferência de imprensa, Mário Nogueira explicou que os motivos pelos quais se decidiu manter a greve está relacionado com o facto do ministério da Educação não ter feito um “compromisso de que em janeiro de 2018 as carreiras serão descongeladas”, nem com o regime especial de aposentação ao fim de 36 anos de serviço, sem penalizações. Problemas que são "prioritários" para os docentes.

Reconhecendo que foram feitas cedências noutras áreas, como é o caso das reivindicações associadas ao ensino artístico, o mesmo responsável fez saber que a Federação Nacional dos Professores (Fenprof) desconvocou hoje a greve no ensino artístico que estava marcada para quarta-feira, por ter chegado a um entendimento com a tutela.

Recorde-se que a FENPROF exigia  o descongelamento das carreiras docentes em janeiro de 2018; a garantia de abertura de novos processos de vinculação extraordinária em 2018 e 2019; a negociação do despacho de Organização do Ano Letivo 2017/2018, com a definição clara dos conteúdos das componentes letiva e não letiva; a aprovação de um regime especial de aposentação e/ou a aprovação de medidas concretas que garantam o “reajustamento funcional” da atividade desenvolvida pelos professores com mais tempo de serviço; e a abertura de processos negociais específicos em torno de matérias como a gestão das escolas e o processo de descentralização / municipalização que o governo pretende levar por diante.

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Amarante sem vítimas ou danos materiais causados por sismo

A Proteção Civil de Amarante deslocou-se à freguesia de Lufrei, o local do epicentro do sismo que hoje se sentiu no Norte de Portugal, mas não há registo de vítimas ou danos materiais, disse à Lusa fonte do município.

Amarante sem vítimas ou danos materiais causados por sismo

Segundo a Proteção Civil Municipal de Amarante, o sismo aconteceu a cerca de quatro quilómetros da sede do concelho e foi sentido pela generalidade da população.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) registou hoje, pelas 17h03, um sismo de magnitude 3.6 na escala de Richter e cujo epicentro se localizou a cerca de quatro quilómetros a este-nordeste de Amarante.

Face à intensidade do abalo, as pessoas que se encontravam nas piscinas de Vila Meã, ainda no concelho de Amarante, foram convidadas, por precaução, a sair do equipamento, situação que foi posteriormente normalizada, acrescentou a fonte.

O sismo também foi sentido com alguma intensidade nos concelhos vizinhos, nomeadamente Baião, Marco de Canaveses, Felgueiras e Penafiel.

Além do abalo, ouviu-se também um som forte. Alguns relatos apontam para a existência de uma réplica, cerca de 30 minutos após o abalo principal.

Em Marco de Canaveses, os bombeiros locais saíram do quartel alarmados com a intensidade do abalo. Também nos Paços do Concelho de Baião o sismo foi sentido, deixando preocupados vários funcionários.

Alunos da Escola Secundária de Felgueiras sentiram as suas mesas de trabalho tremer.

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Braga também está disponível para receber a Eurovisão

A Câmara Municipal de Braga também está disponível para receber o Festival Eurovisão da Canção em 2018. Segundo a Rádio Universitária do Minho (RUM), Ricardo Rio, presidente da autarquia, anunciou que está disponível para conhecer o caderno de encargos do festival

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Em conferência de imprensa, o autarca lembrou que o renovado Parque de Exposições de Braga (PEB) é a uma possibilidade em cima da mesa. "O Parque de Exposições renovado tem muito mais capacidade que outros equipamentos que já ouvi manifestar a sua a sua intenção em receber o certame (...) Face às alternativas que já ouvi, de Guimarães, do Porto e de vários outros locais, na Grande Nave (do PEB), nós podemos ter concertos para 15 mil pessoas", explicou Ricardo Rio.

O presidente da Câmara Municipal de Braga, segundo a RUM, frisou ainda que "não se trata de nenhuma pretensão concreta" uma vez que primeiro é preciso "saber o que será exigido". "Braga tem estado em contacto com a RTP para saber o caderno de encargos", revelou, acrescentando que só depois será tomada uma decisão.

Da Área Metropolitana do Porto (AMP), Espinho, Gondomar e Santa Maria da Feira já mostraram o interesse em acolher o festival Eurovisão da Canção em 2018. Portimão também está disponível para receber o evento.

Na semana passada, em Ponta Delgada, nos Açores, o presidente da RTP disse que a estação pública vai “analisar de cabeça aberta todas as possibilidades” para realizar o Festival Eurovisão da Canção de 2018, garantindo que a escolha vai recair em “opções seguras”.

“A RTP está numa fase em que, por um lado, analisamos os cadernos de encargos, ou seja, as obrigações e as exigências que nos são colocadas, e, por outro lado, vamos analisar de cabeça aberta todas as possibilidades”, afirmou então Gonçalo Reis.

Em Portugal, custos abaixo da média

Portugal pode entrar na história da Eurovisão, organizando o festival da canção a custos inferiores à média dos últimos cinco anos, que ronda os 25 milhões de euros, defendeu o investigador Jorge Mangorrinha, em declarações à agência Lusa.

Para o professor universitário, investigador, autor e coordenador de vários estudos sobre os festivais da canção, o Eurofestival, em Portugal, deve ser organizado “criativamente, com base num orçamento mais baixo do que a média dos últimos cinco anos, para que se quebre a tendência para valores elevados, e até para que, no futuro, todos possam ser capazes de sediar” o acontecimento.

O investigador da Universidade Lusófona, com doutoramento e pós-doutoramento nas áreas de Urbanismo e Turismo, que nos últimos dois anos efetuou um estudo sobre como Lisboa se deverá preparar para receber o festival, cita a edição de 2012, em Baku, no Azerbaijão, como uma das que teve orçamento mais elevado, com custos "acima dos 55 milhões de euros”, incluindo a construção de “uma nova arena de espetáculos”.

A partir desse ano, os valores desceram, afirma o investigador, exemplificando com os 42,4 milhões de euros gastos em Copenhaga, em 2014, os 38,5 investidos em Viena, em 2015, os 30 milhões investidos este ano em Kiev, e os 14 milhões gastos em Estocolmo, em 2016, o valor mais baixo dos últimos cinco anos.

Ou seja, a média dos custos de organização do festival, nestes anos, ronda os 25 milhões de euros, valor em que Portugal se pode basear, ou que pode mesmo baixar, através de "uma aposta minimalista, mas imaginativa" e “de parcerias”, que permitam organizar o certame com uma verba que Mangorrinha acredita poder ser “recuperada a curto, médio e longo prazo”, até porque "o investimento passa também pela rede ‘eurovisiva’ e pelas empresas, e não só pela RTP e pelo município".

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