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Mais Atual

Mascarados pegam fogo a autocarros em avenidas brasileiras

Os acessos nas zonas estão condicionados.

Um grupo de indivíduos com máscaras ateou fogo a três autocarros na Rodovia Washington Luis e outros dois na Avenida Brasil, esta terça-feira.

Os bombeiros estão a combater as chamas mas os acessos ao local estão interditos, reporta a Globo.

Até ao momento não há informações sobre a existência de feridos e o trânsito está muito condicionado.

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Descida da taxa de desemprego "parece confirmar crescimento económico"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou que a descida da taxa de desemprego, divulgada pelo Eurostat, "significa que parece confirmar-se o crescimento económico" e a criação de emprego em Portugal.

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"A seguir à Croácia [Portugal] é o país que tem a melhor evolução em termos de emprego. É uma grande alegria, mais uma, sobretudo por via do Eurostat, que é sempre muito rigoroso e muito duro nas estatísticas que apresenta, porque significa que parece confirmar-se o crescimento económico e, portanto, a criação de emprego", disse Marcelo rebelo de Sousa, à margem de uma visita que realizou ao polo do Porto do Hospital das Forças Armadas.

Segundo o chefe de Estado, estando quase a chegar a meio de 2017, estes dados do Eurostat divulgados hoje "faz esperar" melhores resultados no final do ano "em matéria de crescimento da economia e do emprego do que aqueles que tinham sido previstos por todos", designadamente "Governo, Banco de Portugal, instituições europeias e OCDE".

"Se assim for, é uma alegria para todos", sustentou.

Portugal teve a segunda maior descida homóloga da taxa de desemprego (2,2 pontos) em março, tendo esta recuado tanto na zona euro quanto no conjunto dos 28 Estados-membros da União Europeia (UE), divulgou o Eurostat.

Segundo o gabinete oficial de estatísticas da UE, a taxa de desemprego, em março, foi de 9,5% na zona euro, estável face ao mês anterior, mas abaixo dos 10,2% do período homólogo.

Na UE, o indicador fixou-se nos 8,0%, abaixo dos 8,1% de fevereiro e dos 8,7% de março de 2016.

Na comparação homóloga, a taxa de desemprego recuou em 23 Estados-membros, manteve-se estável em França e na Áustria e aumentou na Dinamarca (de 6,0% para 6,2%), na Itália (de 11,5% para 11,7%) e na Lituânia (de 8,0% para 8,1%).

Para Marcelo, o processo da crise "foi muito difícil", sendo que "o que houve de crescimento económico que se registou no final do anterior governo foi limitado".

"A dúvida era saber se este Governo confirmava ou não essa tendência e a melhorava. Parece confirmar-se e parece melhorar", afirmou o Presidente.

De acordo com o Eurostat, no que respeita ao desemprego juvenil, em março este recuou para os 19,4% na zona euro e para 17,2% na UE face, respetivamente, aos 21,3% e aos 19,1% homólogos.

A Alemanha (6,7%) registou o desemprego jovem mais baixo e a Grécia (48,0% em janeiro), a Espanha (40,5%) e a Itália (34,1%) mais elevado.

Em Portugal, a taxa de jovens com menos de 25 anos desempregados era, em março, de 9,8%, abaixo dos 12,0% homólogos e dos 9,9% de fevereiro.

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Homem morre atropelado pelo metro em Matosinhos

Um homem com cerca de 60 anos morreu hoje depois de ter sido atropelado por uma composição do Metro do Porto, perto da estação da Câmara de Matosinhos, disse à Lusa fonte da empresa de transporte público.

Segundo a mesma fonte, o acidente ocorreu às 14h19, tendo sido colhida por uma composição quando fazia o atravessamento da via num local não destinado a peões.

 
 

A circulação do metro esteve condicionada, contudo, pelas 15h15 já se encontrava normalizada.

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João Sousa eliminado na 1.ª ronda do Estoril Open

Tenista português foi eliminado por Fratangelo, o número 133 do ranking mundial.

João Sousa foi esta terça-feira eliminado na 1.ª ronda do Estoril Open, depois de ser derrotado em dois sets, pelo canadiano Bjorn Fratangelo, o número 133 do mundo

O português, número 36 do ranking mundial e sexto cabeça de série do torneio, perdeu pelos parciais de 3-6 e 4-5, num jogo que demorou pouco mais de 1h20m.

João Sousa, que contou com o forte apoio do público no Estoril, termina assim prematuramente a participação no torneio português.

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Provas de aferição. "Diz que é uma espécie de exames", critica Fenprof

A Federação Nacional de Professores destina, esta terça-feira, várias críticas à forma como as provas de aferição do 2.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico estão a ser levadas a cabo.

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Arrancam hoje as provas de aferição do 2.º ano do 1.º ciclo do Ensino Básico. Até ao próximo dia 9 serão realizadas aquelas que se incluem nas áreas das Expressões, sendo que a 19 é realizada a prova de Português e a 21 a de Matemática.

Embora a Fenprof “reconheça a importância de aferir o sistema educativo”, ao olhar para a “forma como todo o processo está a ser preparado, a ideia que fica é a que acabaram os exames do 4º ano, mas foi criada uma espécie de exames para os alunos do 2º ano”.

Face ao exposto, o sindicato do setor educativo critica o que considera ser um “exagero de recursos humanos” que garante ser algo que está “bem patente no número de professores implicados”, o que “retira a todo este processo a naturalidade que deveria ter”.

Em comunicado enviado às redações é ainda criticada a “utilização de materiais, equipamentos e espaços que não existem nas escolas para desenvolvimento do currículo, o que reforça o carácter artificial do processo”.

Nesta senda, a Fenprof critica também o facto de o funcionamento das escolas ter sido alterado para a realização dos exames, uma vez que “milhares de alunos não implicados nas provas ficarão sem aulas durante três ou quatro dias” e as salas ficarão sobrelotadas para ‘albergar’ estes mesmos alunos.

O descontentamento é ainda maior quando se verifica que “há alunos que têm de se deslocar para uma escola diferente da sua, a fim de realizarem as provas, sendo os pais obrigados a pagar a deslocação”, já para não falar na “sobrecarga, ainda maior, dos horários de trabalho de docentes implicados neste processo” que têm de acompanhar a realização dos exames sem que a restante atividade sofra qualquer alteração.

Nestes casos, a Fenprof considera que, aos professores, deverá ser “pago como serviço extraordinário todo o que acrescer à atividade já programada. Nesse sentido, os sindicatos da Fenprof disponibilizarão minutas aos seus associados para que requeiram, na respetiva escola, esse pagamento”, lê-se também no comunicado.

Em jeito de conclusão, é criticada toda a “encenação” que envolve a realização destas provas que deveriam, no entender da Fenprof, “decorrer da forma mais natural possível”.

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